Depois de montar os 10 circuitos e coloca – los em caixas fabricadas de acetato por causa de provável chuva. Ligamos em paralelo a partir de extensões.
Terminamos de colar todo o plástico bolha e o enrolamos para transporta-lo até Bichinho
Ao chegar na cidade. Começamos a montagem. No primeiro dia, colocamos o plástico branco (lisolene) em toda a extensão do corredor, e por cima deste, colocamos o plástico bolha. Mas tivemos uma dificuldade a ser enfrentada. Pois como o nosso circuito era a partir de LDR e lasers, o plástico não poderia ficar até o chão, pois o laser teria que atingir diretamente o LDR. A partir daí, tentamos fixar o plástico através de bambus, que eram pendurados a partir das vigas, com um barbante. Assim conseguimos resolver o problema dos lasers. A pós pendurar e fixar os plásticos, começamos a montagem dos ventiladores, colocando-os nos seus devidos lugares, que trouxesse um efeito que nós desejávamos. Espalhamos os ventiladores por todo o corredor e a partir daí fizemos pregas no plástico para não ficar muito inflado.
Por fim, Instalamos os circuitos em todo o corredor, colocando uma lâmpada a cada 2 metros. E ligamos todos os circuitos na fonte da casa da intervenção.
Do lado de fora para conseguirmos chamar a atenção dos moradores e de outras pessoas, colocamos um holofote com sensor de presença do outro lado da calçada, que quando qualquer pessoa que passasse por lá, o sensor ascenderia a lâmpada, direcionando o olhar para o atelier.
Podemos dizer que conseguimos alcançar nosso objetivo. Através da nossa percepção do lugar, queríamos passar para as pessoas, o que aquele corredor e aquele diferenciado atelier nos passou pela primeira vez que visitamos o local. O A escuridão do corredor, por falta de qualquer fonte de luz, trouxe ainda mais a sensação que queríamos passar. As luzes conseguiram guiar os visitantes até o atelier , passando pelo extenso corredor.
Montagem
Vídeo da Intervenção:










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