quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pesquisas

PARKOUR
    O Parkour nasceu na França, na década de 80. É uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas.
    O espírito no parkour é guiado em parte a superar todos os obstáculos em seu próprio caminho como se estivesse em uma emergência. Assim como as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a fuga.
Sem limitações de espaços para ser praticado, o parkour é acessível a todos, possibilitando o auto-conhecimnto do corpo humano e mente como o desenvolvimento da força, resistência, coordenação motora, ao mesmo tempo que desenvolve a concentração, força de vontade, determinação e coragem — qualidades que favorecem o bem estar e a qualidade de vida, educando jovens ávidos por novas experiências.


FLÂNEUR    Um flâneur é alguém que perambula sem compromisso por uma cidade, alguém que percorre as ruas sem objetivo aparente, mas secretamente atento à história dos lugares por onde passa e à possibilidade de aventuras estéticas; uma pessoa que anda pela cidade com o objetivo de experimentá-la através de seus diversos sentidos, e essa teoria foi utilizada para explicar de diversas formas a sociedade moderna.
 Mesmo que não habitante constante da rua, o indivíduo flâneur utiliza sua janela (caminho livre para o externo) para fazer sua observação e seu retrato. O flâneur é um fotógrafo. Porém além de imagens, ele registra ideias, sentimentos e atitudes. Descreve tudo com perfeição e carinho. Ama o mundo exterior e dele faz seu ideal profissional e emocional.
    Baudelaire foi o precursor deste sentimento, foi ele quem abriu as portas e as janelas da rua para o leitor. Foi ele quem expandiu sua idéia, tão próxima da realidade, aos diversos flaneures ocultos pelo mundo. Esse sentimento observado é tão real e tão forte que caminhou pelo tempo e até os dias atuais, deixando um rasto perceptível em cada época da literatura. 

DERIVA    A deriva estuda as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
    Deve levar-se em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.


FLASHMOB   
 
Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade.
Os Flash Mobs são hoje referência quando o assunto são ações e manifestações em grupo em conseqüência de alguma idéia ou causa a ser defendida. É algo contemporâneo que vem crescendo muito nos últimos anos em todo o mundo
 Neste ponto de vista, uma mobilização que acaba chamando a atenção de inúmeras pessoas é muito válida. Hoje em dia com a rapidez da informação e a globalização ações como essas são rapidamente assimiladas e divulgadas atingindo algumas vezes graus extremos de conscientização.
O Maior Flash Mob da História aconteceu em 11 de Setembro de 2009.  O Black Eyed Peas quebrou o recorde de maior Flash Mob da história, ao reunir cerca de 21 mil fãs para dançarem uma coreografia inacreditável para o novo single deles “I Gotta Feeling”, na comemoração da 24ª temporada do programa da Oprah, em plena Avenida Michigan – Chicago.
O mais legal foi toda a preparação do grupo; Will.i.am contou que chamou 800 fãs para aprenderem a coreografia, e esses 800 passaram a coreografia para os 20 mil restantes, tudo na hora. O Flash Mob começou com uma garota que estava dançando sozinha na primeira fila, enquanto o resto das pessoas ficaram paradas durante o começo da música. Depois de um tempo, toda a multidão se junta na mesma coreografia.
Fonte: http://www.swide.com/binaries/content/gallery/2009/HoWhere/Flashmob/FlashMob/FlashMob_IntoTheArt_02.jpg
 
Mobs populares: Guerra de travesseiros (pillow fight), Festa no metrô (subway party), Caminhada de zumbis (Zombie walk).

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Novas percepções.
Durante a visita ao Museu de Arte da Pampulha (MAP), projetado por Oscar Niemeyer em 1943, pude enxergar novos detalhes e perceber realmente por qual motivo foi construído e os significados das suas reais características.

fonte:

Essa obra foi construída a pedido do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, no início da década de 40. E faz parte do conjunto arquitetônico da Pampulha (Igreja de São Francisco de Assis, A casa do Baile e o Iate Clube)

Suas características externas mais marcantes são o evidente afastamento em relação à rua e sua colocação na parte mais alta do terreno, isso destacava ainda mais o glamour e a ostentação da burguesia mineira da época, por se tratar de um Cassino, deixando bem claro que era um Edifício Elitista.

“Fiz este projeto em uma noite, não tive outra alternativa. Mas quando funcionava como cassino, cumpria bem suas finalidades, com seus mármores, suas colunas de aço inoxidável, e a burguesia a se exibir, elegante, pelas suas rampas.” Oscar Niemeyer
Há um jogo de materiais, deixando evidente a relação do interno (pilares revestidos, decoração mais luxuosa) e externo (ornamentações mais rústicas). Mostra também a mistura de curvas e retas que são uma certa leveza a obra. Esse é um estilo inconfundível de Niemeyer, mas teve também muita influencia do arquiteto Le Corbusier (1887 – 1966)

fonte:
Essa obra funciona como museu desde 1957, mas teve uma difícil ocupação para determinados fins, principalmente como um museu, por causa da sua exposição a forte iluminação, não sendo apropriado para as exposições.

A reforma feita em função das necessidades de adaptação para gerar um museu, destruiu parte da sua beleza com a falta de cuidados em preservar os detalhes originais, quebrando a linha dos vidros e das pilastras de forma brutal, dentre outros defeitos.

Aqui estão alguns croquis da Obra:
1. Fachada I

2. Fachada II


3. Fachada III

4. Rampas internas




terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novas Tentativas: Isabela Braga Martins (Photoshop CS4)

Após a acessória, percebi que poderia mexer um pouco mais no formato da foto, cortando-a e dando outras sensações para a mesma.
Com isso, criei outros tipos de abstração, partindo do mesma idéia.

1. Cortei a foto, deixando evidente a ação.

2. Tirei a saturação de grande parte da foto, deixando evidente apenas a flor.

3. Divisão da foto em duas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Isabela Braga Martins, por Maiara

Como foi pedido , a foto escolhida foi editada, tentando ressaltar alguma qualidade, não necessariamente física, mas algo que me chamasse a atenção nessa pessoa.

1. Foto original

A minha idéia principal foi mostrar suas características psicológicas, que nada mais são, que abstratas. Para isso, resolvi comparar com algum “objeto” e assim transmitir o que eu penso sobre ela.
Pode parecer um clichê ao comparar essas suas características com uma flor, mas meu objetivo não foi mostrar o sentido denotativo (real conceito, como beleza, delicadeza, entre outros) e sim o sentido conotativo, ou seja, sentido figurado da palavra, ou do objeto em si. Não quis representar apenas a parte exterior e suas características físicas, mas me foquei em mostrar muito mais do que isso. Ou seja, para mim, sua meiguice e sua sutiliza são duas coisas que prevalecem. Ao conversar com ela, invejamos sua calma, simplicidade, paciência e sua transparência.

2. Foto com efeito (Adobe Photoshop CS4)

A partir daí, usei uma flor de cor amarela, para também poder expressão sua alegria, felicidade e seu brilho como pessoa. Depois de pensar em uma posição para a foto, comecei a escolher os efeitos que ficariam mais adequados a essa situação. Primeiramente tentei destacar ao máximo a flor, para mostrar o que eu realmente queria. Após isso, ao tentar reproduzir uma certa sutileza, uma calmaria, utilizei da ferramenta “motion blur” ao fundo da foto, para dar esse efeito de distorção em forma de vento. E por fim, apliquei o “desnaturate” apenas no rosto, para poder ressaltar o objeto escolhido, deixando- o sempre em primeiro plano. Por conseqüência dessa ferramenta, consegui deixa–la suave, meiga e com alguns vestígios de traços de desenho.